segunda-feira, 4 de março de 2019

Como eu me dano...



Aqui temos o bairrismo tatuado na capa plastificada do álbum ao ilustrar as  únicas três travessias então existentes na cidade invicta…. E como eu me dano por não conservar a série de negativos, formato 4x4, batidos pelo meu pai, registando meticuloso e fiel à clássica regra dos terços as diversas fases da construção da Ponte da Arrábida. Mas com que câmara? Cuidava eu em saber isso! Agora, que aquilo era trabalho moroso, era! E a minha discreta impaciência pelas sucessivas pausas entre os cliques?

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